10 dicas - Exames | Curso Adsumus - Preparatório para concursos

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10 dicas - Exames

Nem sempre concurseiros podem se dedicar apenas aos estudos. Alguns processos seletivos exigem bom preparação física e saúde impecável. É importante prestar atenção às restrições antes mesmo da inscrição, já que alguns problemas de saúde podem barrar a aprovação. A seguir, confira mais dicas para se preparar. 

A aprovação em concursos públicos depende de muito mais do que o bom desempenho nas provas. Também é preciso passar por exames médicos e testes físicos rigorosos. Cada órgão público tem restrições específicas, mas os mais exigentes nesses quesitos costumam ser os da área de segurança, como polícias, corpo de bombeiros e Forças Armadas. Instituições como os Correios e empresas de limpeza urbana também pedem, geralmente, bom condicionamento físico.

No item saúde, as listas de restrições são longas em algumas seleções. A da Polícia Federal é considerada a mais exigente, segundo professores de cursos preparatórios. São pedidos exames completos, como cardiológicos, neurológicos, provas de função pulmonar. Quem apresenta alguns tipos de infecções e tumores, anemia, obesidade mórbida, diabetes, doenças em ossos e articulações, entre outras, é desclassificado. O processo também elimina os candidatos que usaram maconha, cocaína, anfetaminas e outras drogas, nos 90 dias anteriores à seleção.

A Constituição impede qualquer tipo de discriminação, mas, se a restrição para assumir um cargo estiver prevista em lei, o órgão público costuma mantê-la, diz Alessandro Dantas Coutinho, advogado e consultor jurídico da Associação Nacional de Defesa e Apoio aos Concurseiros (Andacon). “Mesmo assim, se a exigência do edital não for razoável, o candidato pode recorrer à Justiça”, afirma. Segundo ele, faz sentido cobrar um bom preparo físico de um policial, mas não necessariamente de um escrivão da polícia, que faz apenas trabalhos internos.

William Douglas, professor da rede preparatória LFG, diz que o interesse público prevalece sobre o privado. Por isso, muitas das exigências em concursos são legais. “Mas um órgão não pode tirar alguém do jogo por algo absurdo, como ter dentes a menos”, diz. A dentição perfeita é uma das cobranças inusitadas de concursos. Em Pernambuco, candidatos a agentes penitenciários foram rejeitados porque tinham menos de 24 dentes – requisito definido no edital. Na Justiça, eles ganharam o direito de serem classificados.

Há casos ainda de candidatos reprovados por miopia, que também decidem abrir processos judiciais. Recentemente, o Tribunal de Justiça de Goiás autorizou a posse de um candidato à Polícia Militar do Estado que tinha sido eliminado por ter 1,5 grau de miopia. A juíza que analisou o caso entendeu que o problema é contornado facilmente com uso de lentes, óculos ou com cirurgia. Além disso, ele não impediria o trabalho do policial.

É comum, principalmente nas Forças Armadas, a determinação de limite de altura dos futuros servidores. Para o Exército, por exemplo, homens devem ter, no mínimo, 1,60 m e mulheres, 1,55 m. O Ministério Público Federal já entrou com diversas ações contra essa e outras restrições – e ganhou muitas delas, diz a procuradora da República Luciana Loureiro. “Essa é uma exigência discriminatória e inconstitucional.”

No entanto, em uma questão polêmica, o Ministério Público ainda não teve decisões favoráveis – a cobrança de exames de HIV em processos seletivos, em especial, do Exército, Marinha e Aeronáutica. A Justiça vê peculiaridades nessas atividades e autoriza a restrição.

Preparo físico

Além de comprovar que a saúde está boa, muitos candidatos têm de ser capazes de correr, fazer flexões e até nadar. “Em muitos concursos, quem é sedentário não tem chance. E, em geral, os estudantes só se preocupam com a parte teórica [dos processos]”, afirma o professor de educação física Elon Júnior, que oferece treinamento a candidatos.

Segundo ele, os testes mais comuns são abdominal, flexão sobre o solo e em barra fixa, natação, corridas de velocidade e de resistência. Essa última costuma ser a mais difícil. Em geral, os candidatos têm de correr entre 1.600 e 2.400 m em 12 minutos.

O professor recomenda treinamentos de três a seis meses antes das provas. “Qualquer cidadão pode passar em qualquer teste de aptidão física. Ele só precisa se preparar com antecedência.”

 

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